ART FOR CHANGE, Biały Dunajec
8 de outubro a 16 de outubro de 2026
No dia 8 de outubro de 2026, os alunos Alexandre Neugebauer, Bernardo Lopes, Carlota Duque, Fábio Lima, Maria Beatriz Guerreiro e Maria João Oliveira, juntamente com os professores Antónia Rodrigues e Henrique Oliveira, partiram numa aventura: uma mobilidade a Biały Dunajec.
A aventura começou logo no primeiro dia, quando fomos do Porto para Cracóvia e aproveitámos para conhecer a cidade de forma independente, pois tínhamos o dia todo livre. Fomos a várias igrejas, que são muito abundantes na Polónia, passeámos pelas ruas, fomos ao centro histórico e vimos o Castelo Real de Wawel e adorámos porque a cidade já estava preenchida de cores outonais. Ao fim do dia, fomos para a pousada onde iríamos ficar e fomos muito bem recebidos, em Biały Dunajec.
O tema principal da nossa mobilidade foi ART FOR CHANGE e realizámos imensos workshops que também foram posteriormente coligados com um tema muito importante nos dias de hoje, o ambiente; utilizámos materiais reutilizáveis para criar por exemplo uma flauta a partir de duas palhinhas. Estes workshops foram realizados pelos organizadores que nos acolheram muito bem. Fizemos também caminhadas pela vila da pousada onde ficámos para contactarmos com a natureza e enquanto caminhávamos, começámos a conhecer os alunos de outras nacionalidades, os polacos, os gregos e os romenos e descobrimos os nossos aspetos em comum, aquilo que gostamos e não gostamos tanto no nosso país, como nos países deles.
Para além de termos passeado por Cracóvia fomos a Zakopane, depois de um belo passeio pelas montanhas Tatra, onde passámos pela Eslováquia. Em Zakopane, os professores alinharam connosco nas nossas ideias e fomos de funicular até Walowa.
Gora, onde descemos de escorrega uma parte da montanha e foi das nossas partes preferidas do dia.
Tivemos noites temáticas, conhecemos a cultura e a gastronomia característica da Roménia, da Polónia e da Grécia, o que nos deu a entender que não há nada comparado à cultura e gastronomia portuguesa, que teve um grande sucesso na nossa noite temática.
Um belo "Bacalhau à Brás" e "Pastéis de Nata" (feitos por nós), umas "Línguas de Gato" e "Broas dos Santos" trazidas de Tomar, babaram-se todos, claro! Temos a admitir que a refeição grega não estava muito abaixo da nossa e também gostámos muito.
Para mostrarmos as nossas tradições, a Madalena cantou o Fado - Lisboa Menina e Moça, cantámos o canto alentejano da Gotinha D’ Água, dançámos o Regadinho e no fim, para acabar em grande e mexer a malta estrangeira, dançámos a Dança da Burra dos Karetus, que apesar de não ser uma dança tradicional é divertida, mexida e fácil de aprender portanto toda a gente dançou (até os professores).
Tudo isto, foi depois repetido quando fomos fazer uma breve apresentação a uns alunos polacos de uma escola perto de Zakopane.
Houve uma noite que nos juntámos todos e fomos ao bowling, que apesar de não ser nada extraordinariamente diferente foi muito divertido e conseguimos conviver com a malta dos outros países fora do ambiente habitual da pousada.
O workshop realizado por nós teve um grande resultado. Decidimos fazer bandeiras dos países participantes com flores de papel, como as que são feitas para a Festa dos Tabuleiros e desta forma conseguimos também mostrar um pouco da essência da nossa linda cidade.
No último dia houve uma grande despedida, fomos fazer uma apresentação a uma escola nas redondezas de Zakopane, como mencionado anteriormente e depois disso fomos a pé até à cidade. Quando chegámos, como tínhamos o resto do dia livre decidimos ir, juntamente com os professores a um museu que nos pareceu interessante por ter elementos relacionados a Auschwitz e foi mesmo incrível, de arrepiar. Após sairmos, como ainda nos restava imenso tempo fomos passear e divertirmo-nos muito pela cidade. Como sempre os professores cheios de energia e espírito de aventura, alinharam connosco.
Nesta mobilidade, conhecemos várias pessoas, de várias nacionalidades (polaca, grega, romena) e fizemos grandes amizades que esperemos que durem. Não só nos permitimos contactar com diferentes culturas e maneiras de fazer vários tipos de coisas, como também mostrámos a nossa cultura e a maneira como fazemos as coisas no nosso país, e desta forma valorizarmos mais alguns aspetos em Portugal, principalmente em termos de gastronomia. No geral, ficamos com aprendizagens que levamos para a vida.
Queríamos agradecer imenso à professora Antónia Rodrigues e ao professor Henrique Oliveira que foram uns grandes companheiros nesta jornada, ajudaram-nos em tudo o que puderam e também pensamos que se divertiram muito connosco. Queremos também agradecer ao organizador dos workshops (Pepe) que foi muito interativo e querido e também ao senhor cujo nome não sei escrever, mas nos deu umas instalações de grande qualidade na pousada e foi muito simpático.
Maria João














Sem comentários:
Enviar um comentário