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terça-feira, 26 de maio de 2026

Escola Aberta: Tertúlias às Quartas

“Saúde Mental na Adolescência”


No âmbito da Saúde Escolar, a Unidade de Cuidados na Comunidade Maria Dias Ferreira (UCC MDF) volta a propor uma tertúlia integrada no projeto “Escola Aberta” do nosso Agrupamento.


As "Tertúlias às Quartas" destinam-se a pais, mães e cuidadores de adolescentes do 7º ao 12º ano de escolaridade e pretendem ser momentos de partilha subordinados a vários aspetos da adolescência, de modo a oferecer suporte e orientação aos pais de jovens adolescentes através da partilha de experiências e de conhecimento.

Nesta terceira sessão da Tertúlia às Quartas, convidamo-lo a refletir sobre um dos temas mais impactantes na vida das famílias: Saúde Mental na Adolescência.


Num ambiente acolhedor e sem julgamentos pretendemos criar um espaço de conversa e partilha sobre os desafios emocionais, sociais e comportamentais que podem surgir nesta fase do desenvolvimento. Ao longo deste encontro iremos refletir sobre alguns dos sinais que podem gerar maior preocupação, estratégias de apoio no contexto familiar e formas de encaminhamento e procura de ajuda especializada quando necessário. Pretende-se que esta tertúlia seja um momento de diálogo aberto, esclarecimento e troca de experiências, reforçando a importância do papel da família na promoção do bem-estar emocional dos adolescentes.

📅 Dia 27 de maio

🕡 Às 18h30

📍 Esc. Sec. Santa Maria do Olival



Contamos com a vossa presença!

A Equipa PES do AENSM


sexta-feira, 24 de abril de 2026

As Tertúlias às Quartas regressam ao AENSM

No âmbito da Saúde Escolar, realizou-se no passado dia 22, quarta-feira, às 18h30, na Escola Secundária Santa Maria do Olival, a segunda sessão do projeto “Tertúlias às Quartas”, dinamizado pelas enfermeiras Sandra Costa e Véronique Rousselot, da Unidade de Cuidados na Comunidade Maria Dias Ferreira (UCC MDF), em parceria com o Projeto de Educação para a Saúde.


Esta iniciativa integra o projeto “Escola Aberta” do Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria e pretende afirmar-se como um espaço regular de encontro, reflexão e partilha dedicado a pais, mães e cuidadores de adolescentes do 7.º ao 12.º ano de escolaridade.

“Tenho um Filho Adolescente… E agora? Falar de Sexualidade com o Meu Filho”

Desta vez com o tema “Tenho um Filho Adolescente… E agora? Falar de Sexualidade com o Meu Filho”, numa sessão de grande proximidade e partilha, os Encarregados de Educação presentes começaram por expressar as motivações da sua vinda. 


Contextualizada a adolescência, enquanto fase de grandes mudanças físicas, emocionais e sociais, com maior/grande reforço da influência dos pares e marcada pela procura de identidade, foi realizada uma dinâmica para identificação do significado de alguns termos (em permanente diversificação), acedidos/usados pelos jovens e que “escapam facilmente aos mais velhos” (ex: nudes, revenge porn, sexting, grooming, género, assexual, intersexo,  cisgénero, transgénero, transsexual, arromântico, género fluido, binário, não binário,…). Foram ainda explorados alguns referenciais úteis nas interações com os jovens, nomeadamente:

  • Mostrar, desde cedo, disponibilidade para uma escuta ativa, continuada e sem julgamentos;
  • Falar com verdade, naturalidade, afeto e rigor (admitindo quando não se sabe e procurando a ajuda certa, se necessário);
  • Manter o equilíbrio entre a privacidade e a necessidade de controlo;
  • Promover sentimentos positivos, de autoestima e autoconfiança (geradores de bem-estar);
  • Educar para o consentimento (ajudando a desmontar receios de perda de um relacionamento por também saber dizer não, ajudando a compreender que quem não sabe respeitar os limites dos outros, também não gosta verdadeiramente/não ama…);
  • Consciencializar e ajudar na procura de informação fidedigna (porque circula muita informação errada/enganadora/suscetível de gerar confusão) e para a necessidade de autoproteção a nível digital (perigos da exposição de informações pessoais, impacto do “rasto digital” que permanece, falta de privacidade e pressão social on-line, discursos de ódio, “dependência dos likes”, …).

Concluindo, saber escutar “nas linhas e nas entrelinhas” (antes de responder), sem julgamentos prévios e manter a disponibilidade/abertura para o diálogo paciente e informado, mas que também não foge às discussões difíceis, é fundamental para lidar positivamente com os jovens, numa fase de grandes mudanças nas suas vidas, num Mundo em mudança acelerada…

As “Tertúlias às Quartas” continuarão a abrir portas a novas conversas, novos olhares e novas aprendizagens, mantendo-se como um ponto de encontro para todos os que procuram compreender melhor e apoiar os seus jovens - ficando desde já o convite para as próximas sessões. Porque educar é um desafio que se torna mais leve quando é partilhado.


A Equipa PES do AENSM





quinta-feira, 26 de fevereiro de 2026

Tertúlias às Quartas

Começaram as Tertúlias às Quartas no AENSM


No âmbito da Saúde Escolar, realizou-se no passado dia 25, quarta-feira, às 18h30, na Escola Secundária Santa Maria do Olival, a primeira sessão do projeto “Tertúlias às Quartas”, dinamizado pelas Enfermeiras Sandra Costa e Véronique Rousselot, da Unidade de Cuidados na Comunidade Maria Dias Ferreira (UCC MDF), em parceria com o Projeto de Educação para a Saúde (PES).




Esta iniciativa integra o projeto “Escola Aberta” do Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria e pretende afirmar-se como um espaço regular de encontro, reflexão e partilha dedicado a pais, mães e cuidadores de adolescentes do 7.º ao 12.º ano de escolaridade.

Um tema que toca todas as famílias


Sob o mote “Tenho um filho adolescente e agora? Desafios da parentalidade na adolescência”, esta sessão inaugural contou com 12 participantes.

Num ambiente acolhedor e participativo, foram desenvolvidas diversas dinâmicas de grupo que promoveram a partilha de experiências, dúvidas e estratégias. A adolescência, enquanto fase marcada por profundas transformações físicas, emocionais e sociais, esteve no centro da reflexão, permitindo identificar desafios comuns e reforçar a importância do diálogo, da empatia e da construção de relações de confiança.

Partilhar para crescer em conjunto


Ao longo da sessão, ficou claro que educar um adolescente é um caminho exigente, mas também repleto de oportunidades de crescimento - tanto para os jovens como para os adultos que os acompanham.

No momento de encerramento, as enfermeiras partilharam um conjunto valioso de orientações práticas, sublinhando uma ideia essencial: não existe um manual de instruções para lidar com adolescentes.

Cada jovem é único, cada família tem a sua dinâmica própria e, por isso, as estratégias devem ser adaptadas à realidade de cada contexto. Mais do que fórmulas rígidas, importa cultivar a escuta ativa, a presença consistente e a disponibilidade para aprender ao longo do processo.


O balanço desta primeira tertúlia é muito positivo. A adesão, o envolvimento dos participantes e a qualidade das partilhas reforçam a pertinência deste ciclo de encontros enquanto resposta às necessidades sentidas pelas famílias.


As “Tertúlias às Quartas” pretendem continuar a afirmar-se como um espaço seguro de diálogo e apoio, fortalecendo a ligação entre escola, família e comunidade, e contribuindo para uma vivência mais consciente e apoiada da parentalidade na adolescência.


Fique atento(a) às próximas sessões! Porque educar é um desafio que se torna mais leve quando é partilhado.