Feed de RSS

AENSM

terça-feira, 18 de fevereiro de 2020

Projeto SEMENTES

Em parceria com a Câmara Municipal de Tomar e o IREFREA (Instituto Europeu para o Estudo dos Fatores de Risco em Crianças e Adolescentes), foi proporcionada formação, nos dias 29 e 30 de janeiro, a um grupo de 56 alunos, da Escola D. Nuno Álvares Pereira e da Escola Secundária Santa Maria do Olival.


Os alunos que, voluntariamente, se inscreveram nesta formação abdicaram de dois dias durante a interrupção letiva para participar em atividades de reflexão e de dinâmicas de grupo cujo objetivo principal consiste na capacitação para a liderança entre pares.


segunda-feira, 17 de fevereiro de 2020

Compostagem da EDNAP

No dia 12 fevereiro, a convite do Clube Europeu, a eng.ª Cátia Pouseiro, do Centro de Interpretação Ambiental, esteve na Escola EB 2/3 D. Nuno Álvares Pereira, a fim de sensibilizar os alunos para questões ambientais, nomeadamente a separação do lixo e sua importância no processo de reciclagem.


Esta ação foi dirigida aos alunos do Clube Europeu e do Eco-Escolas, que tomaram as devidas notas com o objetivo de, posteriormente, replicar a informação / formação junto dos colegas da respetiva turma e outras que o pretendam. 


No final da sessão, os alunos deslocaram-se ao recinto escolar onde já se encontrava o compostor, por eles montado e tiveram oportunidade de iniciar, assim, o processo de compostagem, a fim de contribuir para uma escola mais limpa, subtraindo alguns resíduos biodegradáveis do lixo produzido, para serem transformados num adubo natural a utilizar na vegetação existente e na horta escolar sustentável.


Agradecemos a disponibilidade e a colaboração por parte do Centro de Interpretação Ambiental e de todos os intervenientes no processo. 

O Clube Europeu
Emília Lopes

sábado, 15 de fevereiro de 2020

Concurso Nacional de Leitura

Fase Municipal - Tomar

Realizou-se, no passado dia 12 de fevereiro, a eliminatória municipal do Concurso Nacional de Leitura.
Nesta fase estiveram presentes os alunos que obtiveram os melhores resultados em cada uma das escolas do concelho. Destes alunos foram escolhidos aqueles que irão representar TOMAR na eliminatória intermunicipal, a decorrer na Sertã, no próximo dia 23 de abril.

Assim, do 2º ciclo foram apurados para a fase seguinte os alunos:
  1. Gabriel Alvalade (Gualdim Pais)
  2. Matilde Silva (D. Nuno Álvares Pereira)
  3. António Silva (Gualdim Pais) 
Os finalistas do 2º ciclo
(foto: Biblioteca Municipal)
e foram finalistas os alunos:


  • Ana Freitas
  • Andreia Ferreira
  • Júlia Martins
Do 3º ciclo, foram selecionados para a fase intermunicipal, os alunos:
  1. Margarida Vieira (St.ª Maria do Olival)
  2. Aleksei Balsamo (Jácome Ratton)
  3. Guilherme Matreno (Gualdim Pais)
Os finalistas do 3º ciclo
(foto: Biblioteca Municipal)
e foram finalistas os alunos:
  • Pedro Conceição
  • Pedro Gonçalves
  • Mariana Farinha

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2020

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2020

Grupo de Danças Tradicionais do AENSM

Alunos de todos os níveis de ensino, professores e auxiliares já apresentaram à comunidade escolar algumas danças tradicionais!


Com ensaios semanais onde reina a alegria,  boa disposição e muita vontade de aprender,  cá vamos preparando novas surpresas!


Elsa Silva

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2020

À moda do Porto...

Porto 2020

Os alunos de artes (com alguns de ciências do 11º ano) fizeram uma visita de estudo ao Porto nos dias 7 e 8 de Fevereiro.

Na sexta-feira visitaram a faculdade de arquitetura, os jardins do Palácio de Cristal, o Museu Soares dos Reis, passaram pelas obras mais importantes do centro do Porto - Biblioteca Almeida Garrett, Antigo Hospital de Santo António, Reitoria, Igreja e Torre dos Clérigos, livraria Lello, Av. dos Aliados, estação de São Bento, mercado Ferreira Borges e Palácio da Bolsa.

A dormida foi na Pousada de Juventude da Foz do Douro.


O Sábado foi dedicado à Fundação de Serralves (casa, museu e parque) e foi centrada em duas exposições: de Pedro Cabrita Reis "A Roving Glaze", e "O Grito da Imaginação" de Paula Rego. Estavam patentes outras exposições, de arquitetura (Carlos Castanheira), instalação (Olafur Eliasson) e realidade virtual.

Os alunos demonstraram grande interesse em todo o programa e mantiveram uma atitude de convívio descontraído mas responsável.

↓ Mais fotos nesta pasta: ↓
Porto 2020


terça-feira, 11 de fevereiro de 2020

Internet e Cidadania

A Internet pode favorecer a cidadania?

Sim, pode, uma vez que a apropriação das tecnologias de informação e comunicação tem uma relevância social global.

Sabes que quando partilhas uma canção antissistema no Facebook ou quando crias em linha um abaixo-assinado para melhorar as condições do refeitório da tua escola podes estar a promover ações de cidadania?

A Internet - e, em particular, as redes sociais - pode ser um instrumento ao serviço da democracia. Temos é que poder, querer e saber usá-la com responsabilidade.

Há cada vez mais gente a navegar na rede e cada vez mais informação a circular em linha. O modo como as pessoas se relacionam - em rede, na rede - mudou. Por isso, a cidadania também mudou e apresenta agora novas formas.

Há cada vez mais pessoas a denunciarem fraudes na rede, a divulgarem causas humanitárias, a defenderem os direitos dos animais, a organizarem ações de protesto, há cada vez mais pessoas a lutarem pela difusão de ideias sem censura, a reclamarem software livre, a manifestarem a sua opinião em linha e há, por isso, novos indicadores do que é ser cidadão digital.




Porque a Internet implica que tenhamos uma série de cuidados para que a possamos utilizar de forma segura, decorreram, na EDNAP e na ESSMO, algumas sessões de esclarecimento sobre a temática por agentes da PSP.


No passado dia 3 foi a vez de alguns alunos da EDNAP assistirem à sessão dinamizada pelos agentes da Escola Segura e, no dia 7, coube a vez aos alunos do 8º ano (turmas D, E, F, G e H) e do 10º H, da ESSMO.


O objetivo era alertar para alguns perigos que a utilização despreocupada da Internet tem mais ou menos escondido. Esperamos ter conseguido alcançar objetivo tão despretensioso.


Salientamos dois aspetos que nos pareceram mais relevantes. O cuidado a ter com a escolha das palavras passe e com a partilha de imagens nas redes sociais.


Transcrevemos, de seguida, parte de um artigo de Pedro Veiga, que integra o jornal Público digital de 26 de Novembro de 2018, e que espelha muito o que nos foi dito pelos agentes da PSP nas sessões a que assistimos.

“A password é como a escova de dentes. A autenticação digital pode ser feita segundo três paradigmas: algo que eu sei, algo que eu tenho ou algo que eu sou.

[…] O conhecido sistema de username/password (nome de utilizador/palavra-chave) insere-se no primeiro paradigma, algo que eu sei. Sei o meu username e a minha password e isso é a minha identidade no mundo digital.

Para podermos ter uma identidade segura, e já que o nome de utilizador que cada um usa é mais ou menos fácil de descobrir, devemos ter passwords fortes, devemos guardá-las com cuidado e devemos proceder à sua alteração com frequência. 

Dois em dois meses é uma recomendação comum. Para isso a password deve ser longa e não deve ser constituída por nomes comuns, como o nosso nome, de pessoas conhecidas ou de locais geográficos. Deve conter algarismos, caracteres alfabéticos maiúsculos e minúsculos e símbolos especiais (como @,#,=,$,%,&, etc.).

Se escolhemos passwords fáceis de descobrir estamos a colocar em causa a nossa identidade digital. Hoje em dia há uma indústria do cibercrime que usa programas muito elaborados para descobrirem passwords, por tentativas e usando computadores rápidos e, assim, poderem aceder ilegitimamente aos sistemas onde nos identificamos digitalmente.

Também não devemos ceder a nossa identidade digital a ninguém, pois é algo que deve ser pessoal e intransmissível, como aliás está em todos os contratos de acesso aos meios digitais. Infelizmente não lemos com a atenção devida estes contratos e isso é um erro grave. Ou lemos e encolhemos os ombros em sinal de menosprezo por aquilo que assinamos.

Um outro meio de autenticação a que estamos muito habituados usa uma combinação dos paradigmas acima indicados e pode ser, em concorrência, o algo que eu tenho com o algo que eu sei. É o caso do uso dos cartões bancários onde tenho um cartão (o paradigma do algo que eu tenho) e insiro o meu PIN (algo que eu sei).

Nos contratos a que nos vinculamos quando pedimos um cartão bancário reconhecemos que o cartão e o PIN são pessoais e intransmissíveis e não os devemos ceder a outros. Aqui também é preciso cuidado com eventuais roubos do cartão que podem trazer-nos prejuízos financeiros se tivermos um PIN fácil de adivinhar, tal como o ano em que nascemos, que é fácil de obter pelos gatunos caso nos tenham roubado a carteira com o cartão bancário e a nossa identificação.

Aliás o uso combinado de autenticação por dois fatores está a ser cada vez mais vulgarizado, por exemplo no sistema bancário, onde para muitas transações para além do username/password (algo que eu sei) nos são ainda pedidos códigos adicionais contidos num cartão que eu tenho (normalmente designado por cartão matriz) ou então é-nos enviado um código para o nosso número de telemóvel registado. O telemóvel é algo que também eu tenho.

Uma outra situação em que a autenticação é concretizada com o paradigma do algo que eu tenho é quando vamos a uma consulta médica onde podemos ver que o terminal usado pelo/a médico/a tem ao lado um leitor onde está inserido o cartão de cidadão deste profissional de saúde. Algo que o médico/a tem. É um método de autenticação mais forte e deve ser usado sempre que possível.”

Fontes:

https://mild.rbe.mec.pt/mod/page/view.php?id=979

https://www.publico.pt/2018/11/26/tecnologia/opiniao/password-escova-dentes-1852467