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segunda-feira, 11 de novembro de 2024

XX Edição da Biodiversidade e Jantar Lusitano

 Em jeito de reflexão pessoal

Teve lugar, na passada sexta-feira, dia 08, a XX edição da Biodiversidade e Jantar Lusitano.

Um pormenor revelador do cuidado posto nesta atividade

Terá sido, provavelmente, a última vez que nos foi dado o privilégio de ouvirmos o Professor Doutor Jorge Paiva nas suas inesquecíveis e sempre surpreendentes palestras e, terá sido,  possivelmente, a última vez que nos foi facultada a possibilidade de experimentar e saborearmos um "Jantar Lusitano" (uma refeição confecionada com os alimentos que os Lusitanos usavam e com os temperos que estavam disponíveis antes dos Descobrimentos e da Globalização em que vivemos).

As plantas e a obra poética de Camões.

O professor Jorge Paiva, já com 91 anos, tem vindo ao longo destas 20 edições a divulgar os seus vastíssimos conhecimentos sobre a Biodiversidade e a alertar para os perigos imediatos, e assustadoramente reais, a que a vida no planeta está exposta.


Prof. Doutor Jorge Paiva - Uma biblioteca viva


Confesso, pessoalmente, que já tenho saudades da Biodiversidade e do Jantar Lusitano. Há algumas atividades que as escolas realizam que são muito maiores do que elas próprias. Esta foi uma atividade de excecional qualidade, marcante no panorama científico nacional, na região de Tomar e, obviamente, no AENSM.

Jantares inesquecíveis

A palestra

O público que esperava na Biblioteca Municipal pôde ver uma atuação muito interessante – ainda que limitada pelo tamanho do palco da biblioteca municipal – de uma equipa do Ginásio Clube Tomar, com muitos alunos do AENSM, que fez uma pequena apresentação de um grande espetáculo que merece, de facto, ser visto por muita gente.

Ao vivo e a cores ainda é mais impressionante

Ainda antes do início da palestra, o professor Jorge Paiva recebeu das mãos de uma aluna do AENSM, a Mariana Nunes (12ºC), um quadro pintado a caneta e lápis de cor e que, de alguma forma, tenta homenagear tudo aquilo que este cientista deixou como semente nas várias gerações que tiveram oportunidade e o privilégio de aprender com ele.

A receber o quadro das mão da Mariana Nunes

Na aula dada pelo professor doutor Jorge Paiva – este ano subordinada ao tema “A Fitodiversidade na Obra Poética de Camões” – foram abordadas as múltiplas referências a plantas que o poeta português tem na sua obra. Deixamos no final deste artigo a sinopse da comunicação feita pelo professor Jorge Paiva. Esta sinopse deve ser entendida apenas como um registo muito sumário de uma conferência que, mais uma vez, se destacou pela diversidade, multiplicidade e encadeamento informal de conhecimentos.


Uma conferência seguida com muita atenção e interesse


O Jantar

Às 20:00, foi altura de todos se dirigirem à Esc. Sec. Santa Maria do Olival, onde a “Sala Polivalente” tinha sido transformada em “Salão Histórico, Cultural e Comensal”.

A sala e as mesas estavam decoradas a preceito, num ambiente de imersão no campo e nos ingredientes que iriam ser usados no jantar, com especial enfoque nas plantas usadas para a confeção de grande parte dos pratos.

A mesa dos aperitivos

Além disso, havia uma exposição de algumas das plantas referidas na palestra do prof. Jorge Paiva, acompanhadas por informações relativamente ao habitat e à sua dispersão pelo território, ou ainda, ao nome comum pelo qual são universalmente conhecidas.

Um grupo de alunos do 12º ano, criteriosamente vestidos à época, passeavam-se pela sala, conferindo uma certa “cor local” e preparando-se para ler, durante o jantar, um conjunto de poemas camonianos nos quais eram nomeadas algumas das plantas a que o prof. Jorge Paiva se tinha referido na sua palestra.

Princesas pela escola dizendo Camões

Também um grupo de professores e alunos, já com alguma tradição na animação de eventos do AENSM, se disponibilizou para entoar algumas canções compostas sobre poemas de Camões.

Também houve espaço e tempo para a música com palavras

Enfim, juntando todos os professores, funcionários e alunos que estiveram envolvidos diretamente neste “Jantar Lusitano” – uns animando, alguns decorando, outros confecionando uma quantidade impressionante de pratos, uns quantos servindo e dando apoio, uns gravando em vídeo e registando em fotografia, outros acolhendo, acompanhando e ajudando os convivas na sala… muitos foram os que se envolveram para dar corpo a mais uma edição desta atividade.

Algumas alunas do Curso Profissional de Turismo


Razão tinha a diretora do AENSM, Celeste Sousa, quando confessava a alguns dos convidados e representantes presentes (Secretário de Estado da Educação - Pedro Cunha; Delegado Regional da Educação - Pedro FlorêncioPresidente da Câmara de Tomar - Hugo CristóvãoVice-presidente da CCDR-LVT - José Alho; ....) que se sentia orgulhosa e privilegiada por poder contar com uma equipa tão vasta de gente que fazia as coisas acontecerem.

A educação em discussão.

Referências finais

Importa deixar expresso o reconhecimento e o agradecimento a um número muito alargado de pessoas que trabalharam diretamente para o sucesso desta atividade.

Um enorme esforço para que tudo corresse bem


Começando pela equipa que acompanha a Diretora; pela equipa de cozinheiras e auxiliares de cozinha; pelos alunos dos cursos profissionais de Turismo e de Multimédia; pelas professoras envolvidas na decoração e montagem da sala; pelos professores que prepararam e acompanharam os alunos que cantaram e declamaram durante o jantar; pela equipa do Ginásio Clube de Tomar; e pela equipa extraordinária de auxiliares que montaram e serviram o jantar.

Alguns nem se viram, mas estiveram sempre lá!

Só com a colaboração e dedicação de muitos é possível fazer atividades como esta.

Sinopse 

Na época em que Camões viveu, as plantas mais conhecidas e citadas na literatura eram mais as plantas medicinais do que as comestíveis; na poesia eram referidas, sobretudo, as plantas ornamentais ou com relevância mitológica.

Como Os Lusíadas foram escritos, quase na sua totalidade, no Oriente e centrados nos Descobrimentos, grande parte das plantas referidas nesta epopeia são asiáticas, particularmente especiarias e plantas medicinais. 

Hora das sobremesas

A Lírica, como foi maioritariamente escrita em Portugal e centrada no amor e paixão, refere plantas quase na totalidade europeias, mediterrânicas, e geralmente utilizadas pelos poetas desde a Antiguidade Clássica. 

Assim, na lírica predominam referências às flores que ainda hoje se utilizam com simbologia afetuosa como, por exemplo, rosas, lídios e jacintos.

Dizendo Camões...

Numa e noutra obra o poeta raramente refere as mesmas plantas. Mas, quando isso acontece, fá-lo por vezes com significado diferente. Como Camões viveu 13 anos em Coimbra (1531-1544) de onde partiu aos 20 anos, uma parte das plantas referidas na sua lírica são originais dos campos do Mondego; rio e plantas que refere também saudosamente no episódio de Inês de Castro (c. III,118-135) e no episódio da “Ilha dos Amores” (c. IX, 18-95; c. X 1-143). Há outros episódios no poema épico onde, em vez de plantas do Oriente, o poeta utiliza plantas europeias citadas na lírica, como os referentes a relações amorosas entre divindades mitológicas (por exemplo, a “hera” – “Hedera helix” c. II, 36).

Cantando Camões...

Entre as plantas referidas pelo poeta, há muitas que ele viu na natureza, como algumas plantas das especiarias e algumas da flora ripícola do Mondego e, outras que ele nunca viu, como algumas da mitologia e da poesia clássica, como, por exemplo, do Narciso dos Poetas (“Narcissus poeticus”) que Camões refere como a “Flor Cifísia” (c.  IX, 60).

Acompanhando Camões...

Camões conhecia, seguramente, não só obras gregas sobre plantas, particularmente o “Tratado de matéria médica” de Pediamos Dioscórides (40-90 dC), assim como a maioria das plantas que Garcia de Orta refere nos “Colóquios dos Simples e Drogas e Coisas Medicinais da Índia”, obra publicada em Goa (1563), antes do poeta iniciar a sua viagem de regresso à sua na Terra Natal (1567), onde desembarcará, em Cascais (1570), trazendo consigo, certamente, o tratado de Garcia de Orta, relevante para a revisão e finalização do seu poema épico, que virá a publicar cerca de dois anos depois (1572).

A famosa "Salada Jorge Paiva"


Apesar de se saber isso, não é fácil determinar com exatidão as plantas referidas por Camões em toda a sua Obra Poética (épica e lírica), pois a maioria das vezes refere-as não só de forma poética, como também utilizando a sua admirável arte de derivar com peculiar sagacidade linguística.

Experimentando novos "velhos sabores".

É em "Os Lusíadas" que o poeta mais plantas menciona (cerca de 5 dezenas de espécies), muitas asiáticas e aromáticas. Na Lírica refere muito menos espécies de plantas (cerca de 3 dezenas e meia), maioritariamente europeias campestres ou ornamentais.

Jorge Paiva e Maria Celeste Sousa - 20 anos de colaboração

Para determinados poemas que são objeto da disputa de críticos literários sobre a autoria real desses textos atribuídos a Camões, as plantas citadas nessas obras poderão auxiliar na determinação da autoria. É, por exemplo, o caso de “Vergel de Amor”. Nesta poesia, citam-se muitas plantas por estrofe, o que não é característico de Camões e mencionam-se muitas plantas que não encontramos citadas em toda a Obra Poética indubitavelmente camoniana, como, por exemplo, as boas noites (Mirabilis Japata) , nativas do México e América Central e não conhecidas na Europa na época de Camões e o girassol (Helianthus Annuus), também nativo do continente americano (do sudoeste dos Estados Unidos até ao México); assim como plantas dos nossos outeiros e montanhas, como as giestas (Cytisus) e os rosmaninhos (Lavandula).


JPVasc




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Biodiversidade e Jantar Lusitano




quinta-feira, 5 de setembro de 2024

Em Tomar a Aprender

Decorreu, ontem, dia 04 de setembro, a primeira parte de mais uma edição do “Em Tomar a Aprender”. Este foi o dia dedicado aos educadores, professores e técnicos de educação.


Hoje (dia 5) será o dia reservado aos trabalhadores não docentes (auxiliares, técnicos operacionais e administrativos).

Esta iniciativa da Câmara Municipal de Tomar e do Centro de Formação “Templários”, em parceria com o Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria, Agrupamento de Escolas Templários e com a Escola Profissional de Tomar, é uma forma marcar o início do ano letivo no concelho e de reconhecer a importância decisiva da educação no desenvolvimento das sociedades e na formação integral dos indivíduos.

CMT, AENSM, AET, CFTempl e EProf

A atividade que normalmente se divide em dois dias, terá, este ano, um terceiro momento: um “sunset”, no dia 6, às 19h00, na Piscina Municipal Vasco Jacob.

Ontem, no Cine-Teatro Paraíso lotado, um grupo de ginastas do Ginásio Clube de Tomar apresentou alguns quadros da sua exibição “O Mundo ao contrário”, nomeadamente quadros referentes ao “Empoderamento Feminino” e “Guerra”. 

Ginásio Clube de Tomar

O palco foi pequeno para tanta arte e engenho e os presentes ficaram genuinamente impressionados com o trabalho, a dedicação e a qualidade das ginastas em ação. Mais uma vez o Ginásio Clube de Tomar impressionou os que tiveram o privilégio de assistir a esta exibição.

Ginásio Clube de Tomar

De seguida, o presidente da câmara de Tomar, Hugo Cristóvão, deu as “Boas-vindas” a todos os professores que pela primeira vez vêm trabalhar para as escolas de Tomar (e que são muitos, este ano) e acolheu e desejou um bom ano letivo a todos os outros que se vão mantendo no concelho e que fazem desta a sua terra e as suas escolas. Aproveitou o autarca para, recordando também os anos em que foi professor, anunciar aos novos professores recém colocados em Tomar que “Estes serão os melhores anos das suas vidas”.

Hugo Cristóvão, CMT

Hugo Cristóvão aproveitou ainda a ocasião para fazer um ponto da situação sobre algumas das obras mais imediatas que vão ser realizadas no âmbito da educação, nomeadamente a relocalização e nova construção do Jardim-escola (e futura creche) Raul Lopes, bem como as obras de reabilitação da EB 2+3 Gualdim Pais.

Casa cheia

De seguida procedeu-se a uma homenagem da CMT aos professores do concelho que se aposentaram ao longo deste ano, com a oferta de uma pequena lembrança, mas com o reconhecimento, agradecido e sentido, pelo trabalho desenvolvido e pela dedicação revelada enquanto profissionais da educação em Tomar.

Alguns dos homenageados

Foi então ocasião para a Joana Simões Piedade fazer uma apresentação subordinada ao tema “Migrações e interculturalidade em contexto escolar”. Esta investigadora organizou a sua apresentação em pontos que traduziam, de alguma forma, a maneira como ela própria se foi apercebendo e tomando consciência das questões relacionadas com a diversidade de culturas e a(s) sua(s) interações em contexto escolar numa sociedade de migrantes. A saber:
  • Construir pontes (no meio de muros)
  • Complexidade das identidades culturais
  • Desconstrução de preconceitos e educação para a diversidade
  • Desafios (e preconceitos) linguísticos
  • “Culturas” e interculturalidade como recursos educativos
  • Inovação pedagógica e autonomia docente
  • Valor da colaboração e cooperação
  • Riqueza da diversidade cultural
  • Reflexão sobre perspetivas históricas
  • Importância do Diálogo e da Escuta
  • Resistência e adaptação
Joana Simões Piedade

Na última parte, como tem vindo sendo hábito, o tempo foi dedicado ao humor e boa disposição.

Desta vez o convidado foi Eduardo Madeira, humorista bem conhecido da nossa praça, argumentista, autor e ator.

Eduardo Madeira


Ao longo de cerca de uma hora, o humorista foi fazendo rir a plateia sobretudo com alguns momentos do seu espetáculo “Tour pelo Mundo” (que ainda não começou, mas há de começar um dia…) com referências a um outro professor (um pouco mais conhecido) que um dia lhe deu uma aula de Direito Constitucional, com recordações de umas calças “Levis” compradas em Nova Iorque, com percursos pela especificidade das línguas inglesas e espanhola (e ficámos todos a saber que em Espanha não há “Mitsubishi Pajero”) e com uma revelação verdadeiramente surpreendente sobre o filme “Toystory”.

Eduardo Madeira

Além disso, brindou a plateia com interpretações notáveis de alguns dos grandes êxitos da história da música popular, desde canções em flamengo, a fados (“Ronaldo é patrão”), passando por esse extraordinário sucesso “Torradas de pão alentejano” e o inesquecível rock “Evrifink izze ól raite” e “Fai ding de uai”.

O almoço foi oferecido pela Câmara Municipal de Tomar e servido nas instalações da Esc. Sec. Jácome Ratton.

quarta-feira, 27 de setembro de 2023

Tomar a Aprender 23-24

À semelhança dos anos transatos, o AENSM marcou o início do ano escolar 2022/2023 com a participação dos seus profissionais no evento “Tomar a Aprender”.


Esta atividade, organizada e dinamizada pela Câmara Municipal de Tomar (CMT) e pelo Centro de Formação Os Templários (CFT), em estreita colaboração com os agrupamentos de escolas Nuno de Santa Maria e Templários e com a Escola Profissional de Tomar, pretende ser um espaço de celebração, de boa disposição, mas também de reflexão para todos aqueles que no concelho se dedicam à tarefa de educar e formar nas escolas.



No primeiro dia deste evento, os professores, educadores e técnicos especiais assistiram a uma apresentação pelo Ginásio Clube de Tomar no placo do cineteatro que foi prova cabal do muito e excelente trabalho que também as associações culturais e desportivas vão fazendo pelos jovens tomarenses e pela educação no concelho.



Depois, foi tempo para o representante da CMT, Hugo Cristóvão, e a diretora do CFT, Agripina Vieira, cada um a seu modo, darem as boas-vindas a todos e de transmitirem uma mensagem de acolhimento, de reconhecimento e também de ânimo aos cerca de 400 docentes que se encontravam no Cineteatro Paraíso.


Subiu depois a palco Paulo Condessa que trouxe até terras templárias sua “Poesia espetáculo”, uma intervenção a solo que partindo de textos poéticos (de diversos autores) permitiu desbravar sugestões ou percursos alternativos para a leitura, para a reflexão, mas também a sensibilidade crítica de todos como um coletivo e de cada um na sua singularidade e individualidade.



A manhã encerrou com o humor contagiante, e a arte e ventriloquismo de João Seabra e do macaco Sidónio (para além de uns quantos contributos inesperados de alguns professores). No meio de gargalhadas e risos, falou-se muito de educação, de escola, de passatempos e de pensamentos e ficou evidente que os professores têm, de facto, um compromisso essencial com o presente e com o futuro.



O almoço foi servido, àqueles que nele quiseram participar, nas instalações da Esc. Sec. Jácome Ratton.

À tarde, e em grupos organizados “em cascata”, todos os interessados puderam assistir à peça “A Menina Inês Pereira”, uma fusão de vários textos de Gil Vicente, (Farsa de Inês Pereira, Auto da Barca do Inferno, O Velho da Horta, Auto de Mofina Mendes, Quem tem farelos…) tendo como linha condutora a história de Inês Pereira, personagem central da farsa vicentina com o mesmo nome, representada pela primeira vez há 500 anos, nas salas do Convento de Cristo, em Tomar, perante o rei D. João III.



Tão ao gosto de outras encenações do “Fatias de Cá”, também esta representação ocorreu em diferentes locais da cidade, alguns deles de acesso particular aos quais o comum tomarense não tem entrada franqueada. Foi, também por isso, uma oportunidade única proporcionada por esta iniciativa “Tomar a Aprender”.



No segundo dia desta iniciativa, foi a vez dos profissionais não docentes marcarem, igualmente, o início do ano escolar.



Também esta sessão começou com uma atuação do Ginásio Clube de Tomar, que voltou a impressionar pela qualidade da sua atuação.



Nas instalações da Biblioteca Municipal, estes profissionais foram recebidos e acolhidos pelo vice-presidente da Câmara, Hugo Cristóvão; pela diretora do Centro de Formação, Agripina Vieira; pela diretora do Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria, Celeste Sousa; e pelo diretor do Agrupamento de Escolas Templários, Paulo Macedo.

 


Depois de algumas questões mais práticas referidas pelo representante da CMT (funcionários não-docentes das escolas são profissionais do Município), a tónica geral das intervenções foi no sentido de reconhecer e sublinhar a importância destes profissionais enquanto agentes da comunidade educativa.


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E concluiu-se a manhã com o extraordinário Jorge Serafim, convidado do encontro, que com o seu jeito de contador de histórias e o humor irresistível de um profissional da “stand up comedy”, conseguiu cativar toda a plateia presente.



Depois do almoço, a tarde continuou em modo descontraído com os participantes a integrarem as atividades idealizadas para o efeito pela Corda Bamba.





quinta-feira, 10 de janeiro de 2019

Parlamento dos Jovens

O programa Parlamento dos Jovens, aprovado pela Resolução n.º 42/2006, de 2 de junho, é uma iniciativa da Assembleia da República, dirigida aos jovens dos 2º e 3º ciclos do ensino básico e do ensino secundário, de escolas do ensino público, privado e cooperativo do Continente, das Regiões Autónomas e dos círculos da Europa e de Fora da Europa. O programa culmina com a realização anual de duas Sessões Nacionais na Assembleia da República.

Vereador Hugo Cristóvão, deputado Hugo Costa e professor José Alho 
Educar para a cidadania, estimular o gosto pela participação cívica e política, promover o debate democrático, incentivar a reflexão e o debate, proporcionar a experiência de participação em processos eleitorais e estimular as capacidades de expressão e argumentação na defesa das ideias, com respeito pelos valores da tolerância e da formação da vontade da maioria, são alguns dos objetivos deste projeto.

Um auditório cheio

Vários alunos do ensino básico [9ºG e 9ºH] e do ensino secundário [10ºA; 10ºE; 10ºF; 11ºD; 11ºF; 12ºA; 12ºB e 12ºF] abraçaram este desafio que, este ano,se debruça sobre o tema "Alterações climáticas".

Lista A - Ens. Básico

Lista B - Ens. Básico
Desde a constituição das listas, elaboração das medidas defendidas, passando por uma sessão de esclarecimento e debate, campanha eleitoral, eleições, apuramento dos deputados à sessão escolar, foram muitas as etapas que ultrapassaram.

Lista A - Ens. Secundário

Lista B - Ens. Secundário
A próxima será a Sessão Distrital, em Santarém, onde os 4 deputados eleitos irão defender o Projeto de Recomendação da Escola.

Álbum de fotos