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quinta-feira, 2 de abril de 2026

DIA INTERNACIONAL DA CONSCIÊNCIA E DA PAZ

 DIA INTERNACIONAL DA CONSCIÊNCIA E DA PAZ 

O Dia Internacional da Consciência e da Paz convida a Humanidade a fazer uma pausa interior e a refletir sobre o sentido das suas ações, pensamentos e escolhas. Neste nosso mundo, marcado por admiráveis avanços tecnológicos e materiais, mas também por conflitos, desigualdades e inquietações profundas, este dia surge como um apelo poderoso: o de regressarmos à nossa essência, àquilo que verdadeiramente nos torna humanos.


É através da consciência que compreendemos o impacto das nossas atitudes no outro, no nosso semelhante, e no mundo. Quando cultivamos a consciência, desenvolvemos uma sensibilidade mais profunda para a vida e tornamo-nos mais atentos, mais compassivos e mais responsáveis.


A paz, por sua vez, é uma consequência direta de uma consciência desperta e ativa. Não se trata apenas da ausência de guerra ou de conflito externo, mas de um estado profundo de harmonia interior que tem reflexo nas relações humanas. Uma pessoa em paz consigo mesma tem maior capacidade de compreender o outro, de dialogar e de agir com sensatez e equilíbrio e, dessa forma, evitar a conflitualidade e a guerra.



A história da Humanidade mostra-nos que os conflitos nascem, muitas vezes, da falta de consciência: do egoísmo, do medo, da ignorância e da incapacidade de reconhecer a dignidade do outro. Pelo contrário, quando expandimos a nossa consciência, abrimo-nos à diversidade, à empatia e à cooperação.

O Dia Internacional da Consciência e da Paz recorda-nos que cada gesto conta. Pequenas atitudes, como ouvir com atenção, respeitar diferenças, agir com honestidade ou oferecer ajuda, têm um impacto real e duradouro. A paz global constrói-se a partir dessas ações simples, repetidas diariamente por milhões de pessoas. Não é um ideal distante, mas uma prática concreta que começa em nós, no nosso quotidiano.

A educação desempenha um papel fundamental neste processo. Educar para a consciência significa promover o pensamento crítico, a reflexão ética e a responsabilidade social. Uma sociedade consciente é uma sociedade mais justa, mais solidária e mais pacífica.

Celebrar o Dia Internacional da Consciência é, portanto, mais do que assinalar uma data. É assumir um compromisso com um modo de vida mais atento, mais justo e mais humano. É reconhecer que a paz não é apenas um ideal abstrato, mas uma realidade que se constrói diariamente através das nossas escolhas.

A consciência surge como um farol. Ela guia-nos de volta ao essencial, recordando-nos que todos partilhamos a mesma condição humana e que, apesar das diferenças, todos estamos profundamente ligados. Cultivar esta consciência é um ato de responsabilidade, mas também de esperança.


O Projeto +Humanidade decidiu comemorar este Dia, consagrado pela ONU, com as exposições que estarão patentes até ao dia próximo dia 3, no Pavilhão da ESSMO e na Escola D. Nuno Álvares Pereira. Os materiais expostos: cartazes sobre os laureados com o Prémio Nobel da Paz, elaborados pelas turmas do ensino básico e secundário; projeção, em dois ecrãs gigantes, de um vasto conjunto de fotos premiadas, do espólio da Agência Magnum (umas, referentes à desumanidade da guerra; outras, remetem para a fruição das coisas belas da existência); um cérebro estilizado e cartazes informativos, convidam cada e cada uma a refletir e a agir, na prossecução de uma cultura de paz. Não apenas neste dia, mas em todos os dias.


Na EDNAP, em articulação com a exposição referida, no âmbito da temática da Paz realizou-se a sessão de sensibilização “Aristides de Sousa Mendes – Um Justo no meio da tormenta”, que deu a conhecer aos alunos o papel do nosso herói no salvamento de 30 000 judeus, em três dias, bem como as consequências deste ato na sua vida pessoal e profissional, e as razões pelas quais foi considerado, pelo povo de Israel, um “Justo das Nações do Mundo” — no fundo, o nosso Prémio Nobel da Paz.


A organização da atividade esteve a cargo do Projeto + Humanidade. Na ESSMO, contou com a colaboração do Projeto Arte +; da Oficina de Artes; da Associação dos Estudantes; dos Diretores de turma e dos alunos. A montagem da exposição teve a participação do Exército português, que cedeu, transportou e montou a grande tenda, na ESSMO, onde se encontram expostos a maior parte dos materiais; dos elementos que compõem o Projeto + Humanidade, dos alunos do 12.º C (Artes) e da Professora Susana Viegas. Na EDNAP, além da colaboração dos Diretores de turma e alunos, a construção da exposição teve o apoio precioso da professora Dora Silva.


Nota: o Dia Internacional da Consciência e da Paz é comemorado a 5 de abril. Antecipámos a sua celebração para a última semana de aulas, antes da interrupção letiva da Páscoa.



segunda-feira, 30 de março de 2026

Dia Internacional da Consciência e da Paz - Projeto +Humanidade

No âmbito das Primeiras Jornadas do AENSM e a propósito do Dia Internacional da Consciência e da Paz, o projeto +Humanidade montou uma exposição na sala polivalente da ESSMO sobre a Paz, alguns dos Prémios Nobel da Paz e sobre os impactos e consequências da guerra.


A exposição está montada dentro de uma tenda (gentilmente cedida pelo RI-15) e estará disponível até dia 2 de abril.

Ficam todos convidados a passar pela tenda e a terem um momento de reflexão e de consciencialização relativamente a algumas destas matérias.



quinta-feira, 5 de dezembro de 2024

Palestra sobre o Dia da Eliminação da Violência Contra as Mulheres

O Projeto +Humanidade, do Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria, realiza, de há anos para cá, várias atividades que pretendem ser, antes de mais, uma reflexão na inquietação a que o “Dia da Eliminação da Violência Contra as Mulheres” estão associado, a da violência exercida sobre as raparigas e as mulheres. Em Portugal e no mundo inteiro. 

Um momento para refletir sobre a "Violência Contra as Mulheres"

Antes de mais, uma atividade de tão amplo espectro, numa sociedade de características – ainda - assumidamente patriarcais, apesar do progresso civilizacional, onde a violência contra as raparigas e as mulheres mostra o lado negro da condição humana. 

O Projeto + Humanidade e o Agrupamento assumem as suas responsabilidades na construção de uma sociedade mais justa e equilibrada, promovendo a discussão, a partilha e o caminho que, potencialmente, pode materializar os padrões humanistas e solidários de uma sociedade que antecipámos, nas melhores utopias e considerações filosóficas e didáticas, mais perfeita e fusional entre homens e mulheres. 

Auditório da Biblioteca Municipal

Esta atividade não é feita para celebrar ou comemorar. Não há motivos para tal. É feita para pensar e para refletir sobre o significado deste Dia, criado pela ONU, feita para nos interrogarmos. Olharmo-nos ao espelho, enquanto sociedade, e mudar comportamentos. 

Alguns testemunhos no âmbito da APAV

Organizada pelo Projeto +Humanidade. A palestra, no Auditório da Biblioteca Municipal de Tomar, no passado dia 26 de novembro, para todas as turmas do 11.º ano, foi presidida pela Diretora do Agrupamento, Dra. Maria Celeste Sousa. A Diretora, na abertura, expôs a importância da jornada de reflexão no âmbito dos valores e da cidadania, dos propósitos que a todos dizem respeito. 


Momento da abertura dos trabalhos

A palestra teve dois excelentes comunicadores, apresentados pela Coordenadora do Projeto, Dra. Isabel Conceição: o Dr. Gustavo Duarte, Psicólogo da APAV (Associação Portuguesa de Apoio à Vítima), de Santarém, e o Dr. João Guilherme Pires da Silva, Juiz no Tribunal de Família e de Menores, no Tribunal de Tomar. 

Dr. Gustavo Duarte - psicólogo da APAV

Com larga experiência na área em questão, deram um contributo precioso aos jovens alunos das problemáticas associadas à violência contra as mulheres e raparigas, desde as questões sociais e da mentalidade que persistem, das respostas emocionais e jurídico-legais que são disponibilizados pelo Estado, pela APAV e outras instituições, que desenvolvem um papel notável no acompanhamento e proteção das vítimas, nelas incluindo as casas-abrigo, para onde são encaminhadas as mulheres e raparigas que correm maiores perigos. 


Auditório da Biblioteca Municipal

As comunicações, de grande qualidade e empatia, foram enriquecidas pelas questões que foram sendo colocadas aos convidados pelos alunos e professores, num ambiente de grata partilha.  

O Dr. João Guilherme Pires da Silva não pôde estar na palestra, desde o seu início. Motivo: teve de permanecer no seu local de trabalho, o Juízo de Família e de Menores, do Tribunal de Tomar, a resolver um caso de violência doméstica. 

Dr. João Pires da Silva - juiz no Juízo de Família e de Menores em Tomar

Foi uma atividade muito significativa, uma jornada de debate e reflexão sobre um tema infelizmente sempre atual na nossa sociedade, um atropelo brutal à identidade e personalidade das dezenas de milhar de vítimas, na negação dos direitos fundamentais, que assistem a todos. Mulheres e homens. 

 José Sobral




segunda-feira, 25 de novembro de 2024

Dia Internacional pela Eliminação da Violência Contra as Mulheres

A violência doméstica em Portugal, e em particular a violência contra as mulheres e raparigas, apresenta números assustadores. Há séculos que é assim, quando a mulher tinha um estatuto jurídico menor face ao homem; continua assim, desde o 25 de Abril de 1974, quando a Constituição atribuiu a plena igualde de direitos à, até aí, maioria silenciosa. Isto, apesar do nível cada vez maior de escolaridade dos jovens, da informação e da interiorização dos princípios fundamentais, inscritos nos Direitos Humanos. 


Nos últimos 20 anos, mais de 400 mulheres (jovens, de meia-idade, idosas) foram mortas pelos namorados, ex-namorados, companheiros ou ex-companheiros, maridos. 

Só neste ano de 2024, até setembro, 18 mulheres foram assassinadas. Entre 2019 e 2023, mais de 75 000 queixas por violência doméstica foram apresentadas na PSP. Muitas outras foram apresentadas na GNR e no Ministério Público. 

Terrivelmente, este crime tem vindo a aumentar. Apesar de leis mais duras contra os abusadores, das campanhas de sensibilização, promovidas pelo Estado ou por instituições, como a APAV. Entre janeiro e setembro deste ano, 344 mulheres foram violadas pelos namorados, companheiros, maridos. 

A violência contra as mulheres está presente em toda a sociedade; desde as pessoas com menos escolaridade e de poucos recursos económicos, até às elites, com alto estatuto social e profissional. 

Se dúvidas houvesse, um antigo ministro da Cultura e professor catedrático foi, durante anos, capa de jornais, revistas e de diretos televisivos, pela violência cometida contra a sua esposa, conhecida apresentadora de televisão. Depois de um longo processo em tribunal, foi condenado a pagar uma pesada indemnização à ex-esposa e mãe de dois dos seus filhos. 

Um juiz do Tribunal de Viseu cometeu, durante vários anos, violência física e psicológica contra a ex-mulher, também juíza no mesmo Tribunal, a quem impedia de ir à praia “por ser uma mulher gorda e a praia ser para pessoas bonitas”, além de outros confinamentos, a que submetia o antigo amor. 

As mulheres têm vindo a perder o medo, a submissão em que viveram durante séculos e dizem “basta aos maus-tratos físicos e psicológicos”.  

Infelizmente, este flagelo não atinge só o nosso país. Este sinal de barbárie continua a envergonhar a Humanidade. Em 2023, em todo o mundo, foram mortas 51 100 mulheres e raparigas.  

Há semanas, o mundo sobressaltou-se com a morte da atleta olímpica ugandesa, Rebecca Cheptegei, espancada brutalmente e, depois, regada com gasolina pelo seu namorado. À frente dos filhos. Com 75% do corpo queimado, morreu dias depois, no hospital. E num sofrimento atroz. 

Anos atrás, o mundo aplaudiu o atleta sul-africano Oscar Pistorius, atleta para-olímpico amputado (quatro medalhas de ouro) e olímpico, o primeiro a competir com os atletas não deficientes, em plena igualdade, com duas próteses de titânio a substituírem as pernas, o que na opinião dos adversários que conferia grande vantagem nas provas de atletismo de velocidade. 

No auge da glória olímpica, apaixonou-se e casou-se com uma célebre modelo sul-africana. 

A relação acabou em tragédia. Pistorius assassinou a jovem esposa e foi condenado a uma pesada pena de prisão. 

José Sobral


segunda-feira, 8 de abril de 2024

Concurso "Playing with Math"

 No âmbito das comemorações do Dia Internacional da Matemática (DIM), cujo tema para o ano de 2024 é Playing with Math, a APM promoveu um concurso, no qual se pretendia que os participantes, através de um vídeo com uma duração máxima de 15 segundos, mostrassem o que é para eles brincar com a matemática.


Dois grupos de três alunos da turma A do 9º ano, aceitaram o desafio, concorrendo com os seus vídeos à categoria B.

Vamos todos apoiar os corajosos da nossa escola, deixando o gosto e partilhando os seus vídeos. 

Não esqueçam! Até dia 20 de abril.

Concurso 2024 - DIM 314 (apm.pt)

B212 B215

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2023

Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto

A 27 de janeiro assinala-se o Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto.

No Clube Ubuntu decidimos assinalar esta data relembrando a vida de Anne Frank, uma das mais famosas vítimas daquele que foi um dos maiores crimes contra a Humanidade de que há memória.


segunda-feira, 23 de maio de 2022

12 Horas Ubuntu pela Paz

No Dia Internacional Viver Juntos em Paz (16 de maio) o nosso agrupamento juntou-se à iniciativa #12horasubuntupelapaz e em todas as escolas assinalamos este dia de diversas formas, sempre com o objetivo de tornar a paz uma realidade para todos.

Fica o vídeo:


quinta-feira, 19 de maio de 2022

Dia Internacional Viver juntos em Paz

Hoje é o Dia Internacional Viver juntos em Paz e os nossos Líderes Ubuntu deixam-nos os seus desejos de Paz.

quarta-feira, 6 de abril de 2022

Árvore dos Direitos

Ao longo do passado mês de março, esteve exposto o projeto "Árvore dos Direitos" na EDNAP, construída pelos alunos do 8º ano (turmas C,D, E e F), no âmbito da disciplina de Cidadania e Desenvolvimento, subordinado ao tema Direitos Humanos.


"Com raízes fixas no solo e tronco firme, cresce em direção ao céu", foi o mote para desenvolver uma atividade articulada com o Dia Internacional da Mulher, assinalado a 8 de março. Foi feita uma singela homenagem a mulheres extraordinárias que mudaram e continuam a mudar, a história mundial.


O projeto assinalou ainda o início da Primavera (equinócio de 20 de março), estação associada ao crescimento e recomeço, em solidariedade com o povo ucraniano.


segunda-feira, 21 de outubro de 2019

Centenas pela erradicação da pobreza

Pobreza zero

 

A luta contra a pobreza esteve na ordem do dia na Escola D. Nuno Álvares  Pereira, na passada quinta-feira, dia 17 de outubro, às 10:00 horas, quando centenas de alunos formaram um cordão humano para marcar o Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza, ouviram o tema “Grito à
Pobreza”
, fizeram um minuto de silêncio por todas as vítimas deste flagelo, subscreveram um Manifesto Contra a Pobreza e ajudaram a causa com o seu donativo pecuniário, recebendo uma simbólica pulseira com a inscrição “Pobreza Zero” em troca da sua dádiva.


A atividade, dinamizada pela professora coordenadora do Clube Europeu e por alguns alunos pertencentes ao clube, foi realizada no Pavilhão Gimnodesportivo da escola, devido às condições climatéricas adversas, e teve como principal objetivo sensibilizar toda a comunidade para a pobreza, vivendo os valores da solidariedade e partilha para com os mais desfavorecidos.


Tratou-se de uma atividade promovida pela OIKOS - Organização Não Governamental Para a Cooperação e o Desenvolvimento, que trabalha com as comunidades e regiões de países mais pobres, independentemente da sua localização geográfica; desde a emergência ao desenvolvimento, à educação, à mobilização social, à influência pública, atualmente o trabalho da OIKOS estende-se à Costa Rica, a Cuba, a El Salvador, à Guatemala, às Honduras, a Moçambique, à Nicarágua, ao Peru e a Portugal.


Foi assim lançado o grande desafio aos alunos, professores, filhos, pais, famílias, consumidores, para que, à sua escala, como cidadãos do planeta, adaptem os seus hábitos e comportamentos, de modo a contribuir localmente para um mundo melhor.


Emília Graça
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