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sexta-feira, 12 de junho de 2026

Vanguardas artísticas no início do séc. XX

Exposição



Está patente no polivalente da ESSMO, uma exposição que apresenta uma seleção dos trabalhos desenvolvidos pelos alunos do 9.º ano no âmbito dos Domínios de Articulação Curricular, num projeto que envolveu as disciplinas de História, Educação Visual e Línguas Estrangeiras.

Partindo da pesquisa e do estudo das principais correntes pictóricas vanguardistas do início do século XX, os alunos desenvolveram apresentações orais sobre os movimentos artísticos abordados e, posteriormente, passaram à componente prática nas aulas de Educação Visual. 


O desafio consistiu na reinterpretação de obras representativas de diferentes correntes, aplicando os conhecimentos adquiridos e explorando novas formas de expressão visual.


Os trabalhos refletem um percurso de aprendizagem que promoveu a articulação entre diferentes áreas do saber, aliando conhecimento histórico, competências de comunicação e criatividade visual.


Através destas reinterpretações, os alunos demonstraram a compreensão das características dos movimentos artísticos estudados, bem como o seu sentido crítico, capacidade de observação e expressão pessoal.


sexta-feira, 27 de março de 2026

Entre a História e a Arte

Alunos do 7.º ano constroem monumentos com arcos

Os alunos do 7.º ano, das turmas B, C, D, E, F e G, desenvolveram um projeto interdisciplinar nas disciplinas de Educação Visual e História que resultou numa exposição dedicada à construção de monumentos inspirados em arcos geométricos.



Partindo da análise de diferentes períodos históricos, os alunos exploraram o papel fundamental do arco na arquitetura ao longo do tempo. Desde as estruturas da Antiguidade, como os arcos de volta perfeita utilizados pelos romanos, até aos arcos apontados característicos da arquitetura medieval, foi possível compreender como a evolução das formas arquitetónicas está profundamente ligada ao conhecimento técnico e às necessidades de cada época.



A partir desta investigação, os alunos foram desafiados a criar os seus próprios monumentos, aplicando conceitos de geometria, desenho técnico e composição visual. O processo envolveu não só a aprendizagem de diferentes tipos de arcos, mas também a experimentação de materiais, proporções e equilíbrio estrutural.


Os trabalhos apresentados revelam uma forte articulação entre saberes, evidenciando como a História e a Arte se cruzam na construção do património arquitetónico. Para além do desenvolvimento de competências técnicas, este projeto permitiu aos alunos expressar a sua criatividade e interpretar, de forma pessoal, elementos marcantes da história da arquitetura.



A exposição Arcos com História constitui, assim, um espaço de partilha e valorização do trabalho realizado, convidando a comunidade escolar a refletir sobre a importância da geometria na arte e sobre a herança cultural presente nos monumentos que nos rodeiam.


Professor Nuno Ferreira
Professora Joana Silva

sexta-feira, 6 de junho de 2025

Visita de Estudo à Praia de Buarcos, Jardim botânico e Museu de Ciências da Universidade de Coimbra

Nos dias 30 de abril e 30 de maio, mais de 150 alunos das quatro turmas do 8.º ano, da EDNAP, participaram numa visita de estudo no âmbito das disciplinas de Ciências Naturais, Física-Química e História. A atividade teve como principal objetivo complementar os conteúdos lecionados em sala de aula através da observação direta e da exploração de espaços científicos e culturais.


O dia começou com uma visita à Praia de Buarcos, na Figueira da Foz, onde os alunos puderam explorar a zona intertidal (área litorânea que se encontra entre a maré baixa e a maré alta, sujeita a imersão e emersão regulares) e observar diversas espécies marinhas no seu habitat natural, aprofundando os seus conhecimentos sobre ecossistemas costeiros e adaptação dos seres vivos.


Seguiu-se uma deslocação à cidade de Coimbra, onde os alunos visitaram o Museu da Ciência da Universidade de Coimbra, com passagem pelo Museu Chímico, pelo Museu Académico e pelo Gabinete das Curiosidades — um espaço expositivo fascinante, que reúne objetos raros e instrumentos científicos de várias épocas, permitindo compreender a evolução do conhecimento científico e o espírito inquisitivo que marcou diferentes períodos históricos.


A visita terminou com um agradável passeio pelo Jardim Botânico de Coimbra, onde os alunos tiveram oportunidade de contactar com uma grande diversidade de espécies vegetais e perceber a importância da conservação da biodiversidade.


Esta visita de estudo constituiu um momento enriquecedor de aprendizagem, proporcionando experiências significativas e multidisciplinares fora do contexto habitual da sala de aula.


Prof. Jorge Estrela



quinta-feira, 27 de abril de 2023

3 R’s (Reduzir / Reutilizar / Reciclar)

 No âmbito do trabalho desenvolvido pelas equipas educativas do 2º ciclo, foi dinamizado o projeto 3 R’s (Reduzir/ Reutilizar/ Reciclar).


As atividades foram promovidas de forma interdisciplinar nas aulas de História e Cidadania, ComunicArte/ EVT, Ciências Naturais e EMRC, iniciando-se com a sensibilização dos alunos para a importância do tema, enquadrado em domínios como a Educação Ambiental e o Desenvolvimento Sustentável. 

 

Passando o projeto à prática, os alunos procederam à recuperação de três dezenas de caixotes do lixo, já fora de uso, para serem reutilizados como ecopontos de reciclagem de papel e de plástico/ metal, sendo depois colocados nas 14 salas de aula do 2º ciclo, além das salas específicas das disciplinas de Educação Musical e Educação Visual.

Todos os alunos de cada turma idealizaram e apresentaram propostas de ilustração para os ecopontos da sua sala, tendo os 2 desenhos escolhidos sido determinados por votação.

Esta atividade dá continuidade ao projeto “Reciclar é Ganhar!”, iniciado em 2017 no âmbito da Flexibilidade Curricular, mas interrompido por força das limitações impostas pela pandemia covid 19. Então como agora, a sua concretização só é possível graças à parceria estabelecida com a Resitejo.




quarta-feira, 8 de fevereiro de 2023

Visita de estudo a Lisboa - 9º ano

Padrão dos Descobrimentos e Torre de Belém

Os dias inquietos, longos e fastidiosos da pandemia já parecem longínquos, agora que recuperámos a liberdade de andar por aqui e por ali, afastados das severas restrições impostas pela Direção-Geral de Saúde. E das malfadadas, mas essenciais, máscaras de proteção.

“Janeiro sem frio não é janeiro”, como diz o aforismo popular. E foi exatamente assim no dia 30 de janeiro. Como bandos de pássaros nas migrações para Sul, as turmas do 9.º ano do Agrupamento viajaram até Lisboa, numa visita de estudo organizada pelos professores de História e de Português


O entusiasmo dos jovens era tanto que o vento cortante de janeiro foi um pormenor a povoar as memórias da caminhada. Tudo o mais era mais importante.

A parte da manhã foi dedicada à viagem pelo tempo histórico, na visita a dois monumentos emblemáticos da cidade de Lisboa e do país: o Padrão dos Descobrimentos e a Torre de Belém


As gaivotas rasavam as águas do Tejo, ponto de partida dos navegadores portugueses para as inúmeras e temerárias viagens “até ao fim do Mundo”, enquanto os alunos preenchiam, em trabalho colaborativo, um guião-roteiro relativo aos dois monumentos, organizado pelos professores de História. 


Entre um dedo de conversa, um encantamento pelo absoluto ou pela brevidade das coisas, e a procura da resposta certa, captaram o momento, os pormenores que consideraram os mais motivadores dos monumentos e da jornada, em centenas de fotografias.


Ida ao teatro - Auto da Barca do Inferno

No começo da tarde, as turmas assistiram ao Auto da Barca do Inferno, de Gil Vicente, considerado o pai do teatro português. A atividade, organizada pelos professores que lecionam a disciplina de Português, teve lugar no Auditório do Centro Social de Santa Joana Princesa, e esteve a cargo da Companhia Instantes de Aplauso. Para muitos, era a estreia nas idas ao teatro. Daí, o bom alvoroço que se vivia na sala, muito antes dos atores iniciarem a representação da peça. E, tal como todos antecipavam, nesse tempo de espera, exerceu um grande poder de atração sobre a plateia, que reagia galvanizada a esta ou aquela diatribe, a uma palavra ou expressão mais ousada. A atuação da companhia mereceu um grande aplauso.


Gil Vicente foi dramaturgo na corte portuguesa, onde viveu cerca de 35 anos, na primeira metade do século XVI.  Escrevia e encenava as suas peças, além de organizar as Festas Reais. Foi também poeta e é, provavelmente, o autor da Custódia de Belém, considerada a obra-prima da ourivesaria portuguesa.

O Auto da Barca do Inferno foi representado pela primeira vez, em 1517. A ação passa-se num ancoradouro, onde dois barqueiros, um Anjo e um Diabo (personificando o Bem e o Mal) esperam os passageiros (o fidalgo, o sapateiro, a meretriz, o parvo, o juiz….) para a última viagem: para o Céu ou para o Inferno. O “bilhete” para a “viagem” dependia das ações que cada personagem tinha tido na vida terrena. A peça é uma sátira, uma crítica fortíssima à sociedade da época, o “século de ouro” de Portugal.


Merece um destaque especial o facto de a obra mais famosa de Gil Vicente, A Farsa de Inês Pereira, ter tido a sua primeira representação no Convento de Cristo, em Tomar, no ano de 1523, em honra “do muito alto e mui poderoso rei D. João, o terceiro do nome em Portugal” (D. João III). A propósito de arte e de cultura, este monarca financiou a construção do fabuloso claustro principal do monumento, que tem o seu nome, e a Ermida de Nossa Senhora da Conceição, obras-primas da arte renascentista em Portugal.


Com esta viagem, e as que se fizeram dentro dela, o mundo de cada um e de cada uma ficou muito maior, mais rico e plural.


terça-feira, 13 de julho de 2021

Pela tua Rica Saúde

No âmbito do projeto de Flexibilidade Curricular e partindo do tema “Pela tua rica saúde”, nos dias 9, 15 e 16 de julho, as sete turmas do 6º ano de escolaridade da Esc. Básica 2/3 D. Nuno Álvares Pereira realizaram um peddy-paper no mais belo cenário natural que Tomar oferece, a Mata Nacional dos Sete Montes.

Esta atividade, em que participaram todas as disciplinas, culminou um conjunto de aprendizagens desenvolvidas ao longo do ano letivo de forma transdisciplinar, desde as Ciências à História, passando pela Educação Física, Português ou Educação Visual, construindo um saber feito de muitas abordagens que se completaram e enriqueceram.


Entre os montes e vales da Mata, os alunos percorreram os diversos postos ao longo do percurso, onde puseram à prova os seus conhecimentos multidisciplinares, numa competição saudável.

Receitas

Sopas e pratos: https://sway.office.com/vqFEcr3NrhMW6FW9?ref=Link

Doces: https://sway.office.com/M2ELZFmAdVIT3ufx?ref=Link


↓ Mais fotos nesta pasta: ↓
Pela Tua Rica Saúde - 6º ano





terça-feira, 28 de maio de 2019

Corredoura – Galeria de Arte

Entre a Praça e a Corredoura, já se podem admirar algumas das obras realizadas por seis jovens do 12º ano, Curso de Artes Visuais, da Escola de Santa Maria do Olival, no âmbito do projeto “Corredoura – Galeria de Arte”.


As caixas distribuição elétrica da EDP são as “telas” do Afonso Rosado, Beatriz Guilherme, Beatriz Maçarico, Cátia Ferreira, Felipe Lizak e Maria Cunha, num trabalho coordenado pelo professor Fernando Mendes.


O projeto desenvolve-se faseadamente, tendo-se iniciado com a lavagem das caixas, aplicação do primário e, por fim, a pintura das obras inspiradas na História, Cultura e Património de Tomar.


Com a Corredoura como principal galeria de exposição, estende-se da praça da República à rua Marquês de Pombal, num total de treze obras.


O projeto é uma parceria entre o Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria, a Câmara municipal de Tomar e a EDP.





quinta-feira, 29 de março de 2018

História de Tomar Para os Mais Novos

Biblioteca escolar EB1 Santo António


No dia 28 de fevereiro, os alunos e professores da escola EB1 de Santo António tiveram o prazer de receber o professor Carlos Trincão, autor do livro História de Tomar Para os Mais Novos, que apresenta de uma forma cativante uma panorâmica da história da nossa cidade.



Esta foi uma atividade dinamizada na e pela biblioteca escolar que, desde já, muito agradece ao professor Carlos a sua disponibilidade na apresentação da obra, bem como ao senhor Presidente da Junta Urbana , senhor Augusto Barros, à Diretora Drª Maria Celeste Sousa e à Adjunta da Direção do
Agrupamento, Drª Marília Prazeres, que honraram, com a sua presença, esta atividade.


Paula Vaz
e
Ana Isabel Susano

terça-feira, 9 de janeiro de 2018

Maratona de Cartas

DAR UMA MÃOZINHA PELOS DIREITOS HUMANOS


Todos os anos, a Maratona de Cartas, uma iniciativa da Amnistia Internacional, reúne as vontades de mais de três milhões de pessoas em todo o mundo, levando-as a apelar ao fim das violações de direitos humanos através do envio de petições ou de cartas por si assinadas. A título de exemplo, na edição de 2016, a Amnistia Internacional conseguiu enviar 265 665 assinaturas de Portugal. Todas estas assinaturas foram enviadas em conjunto com mais de 4,5 milhões de apelos, oriundos de mais de 180 países.
Divulgação e sensibilização na  EDNAP


Este ano, esta iniciativa conta com a colaboração de cerca de 120 escolas e oito universidades. No Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria, esta atividade envolveu as Bibliotecas Escolares, as disciplinas de Educação Moral e Religiosa Católica, História, Direito e os Diretores de Turma do 7º e 9º anos. Os alunos das turmas destes anos de escolaridade, bem como a restante comunidade educativa, foram convidados a associarem-se às denúncias de várias situações em que pessoas, nos quatro cantos do mundo, sofrem, estão injustamente presas ou são perseguidas por defenderem os Direitos Humanos.

Recolha de assinaturas na ESSMO

Escrever cartas e assinar petições em defesa de pessoas e de comunidades em risco tem-se revelado uma forma eficaz de defender pessoas vítimas de violências e perseguições ou injustamente presas.

Recolha de assintaras na EDNAP

Assim, entre 4 e 15 de dezembro, os alunos deslocaram-se ao espaço da Biblioteca para proceder à assinatura de cartas e petições, com a solenidade solidária que o apelo envolvia. Em alternativa, os professores levaram para as suas aulas os materiais disponibilizados pela Amnistia Internacional – Portugal para, em contexto sala de aula, explorar a temática e proceder à recolha de assinaturas. Também na sala de professores da ESSMO e da EDNAP, os professores tiveram oportunidade de subscrever as petições.

A participação nesta campanha da Amnistia Internacional é uma forma simples de vestir a camisola pela causa global da luta pelo respeito da dignidade humana e dos direitos que têm todos os seres humanos. Agradecemos, por isso, o apoio de todos quantos participaram e colaboraram nesta iniciativa.

As professoras bibliotecárias do AENSM